Atividade física e longevidade: quanto é suficiente
Por Dra. Mônica Behnke Damásio · 6 de maio de 2026 · 5 min de leitura

Entre todas as intervenções disponíveis para viver mais e melhor, o exercício é a que reúne evidências mais robustas — e a mais subutilizada.
O mínimo que já faz diferença
As recomendações falam em 150 minutos semanais de atividade moderada, o equivalente a caminhadas de 30 minutos cinco vezes por semana. Quem sai do sedentarismo absoluto e chega a esse patamar obtém o maior ganho relativo de saúde.
Não esqueça a força
- Duas sessões semanais de fortalecimento muscular.
- Exercícios que envolvam pernas, quadril e tronco.
- Treino de equilíbrio a partir dos 60 anos, para prevenir quedas.
Massa muscular é reserva de saúde
A perda progressiva de músculo com a idade se relaciona a fragilidade, quedas, internações e perda de independência. Preservar força é, na prática, preservar autonomia para as próximas décadas.
“O melhor exercício é o que você vai repetir na semana que vem.”
Este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta médica.

Dra. Mônica Behnke Damásio
Médica em Joinville/SC, com atuação dedicada à saúde preventiva.
Consultas sem pressa, conduta baseada em evidências e acompanhamento contínuo.


